quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Clima Organizacional





Já ouviu falar?

Pois é um assunto que muitos de nós vivemos com a presença ou ausência dele no nosso ambiente de trabalho e não só é importante como traz um impacto forte na produtividade de uma organização.

"Se o clima está bom, as pessoas trabalham mais felizes, mais motivadas e são capazes de dar o melhor de si. Se está ruim, as pessoas ficam desconfiadas, irritadas, desanimadas e, consequentemente, produzem menos. A situação do clima organizacional nunca resulta de uma única causa, mas sim de um conjunto de fatores”. Profª. Thais Baccaro- Unopar

Segundo o Wikipedia: O conceito de clima organizacional deu inicio à uma nova perspectiva da Administração, ao buscar explicações  para o desempenho do trabalho humano, por meio de relações entre o clima organizacional e outros aspectos relevantes do cotidiano, como liderança, satisfação, ética, motivação,rotatividade, entre outros (OLIVEIRA,1996)[4] . Kolbet al (1978) identificou outros aspectos relacionados ao conceito, como conformidade, padrões, recompensas, responsabilidade, apoio, clareza organizacional e calor humano.

Essa ferramenta permite a empresa uma visão geral de como está o ambiente organizacional. Por meio da percepção dos empregados é possível identificar os pontos positivos e os negativos, com isso buscar o aperfeiçoamento para manter um bom nível de produtividade.

Você já se sentiu desmotivado, desconfiado e até mesmo percebeu que sua empresa vive um alto grau de rotatividade? Já percebeu que seu colega ao lado é um excelente profissional e se sente desvalorizado? O clima organizacional influi diretamente na motivação da equipe, no seu grau de satisfação e, consequentemente, na qualidade de seu trabalho. Por isso, é tão importante para as empresas mensurar essa percepção que os colaboradores têm dela, ou seja, o clima organizacional.

Se você é gestor de uma empresa esse é um assunto vale a pena conferir.

Uma empresa que preza pela qualidade e bom andamento não só da produção como do seus funcionários regularmente realiza uma pesquisa de Clima Organizacional. Este instrumento, busca obter repostas que auxiliam as empresas a identificar possíveis falhas ou oportunidades de melhoria.

A realização da pesquisa de clima organizacional ajuda também na questão da imagem da empresa. Os colaboradores são os primeiros clientes que a empresa precisa conquistar para que, depois possa conquistar o mercado. De nada adianta, por exemplo, uma empresa fazer uma campanha publicitária milionária a respeito da sua responsabilidade social ou ambiental para os clientes externos, se seus clientes internos não estão satisfeitos com as condições de trabalho ou não sabem de nada que empresa realiza a respeito destas questões.

O clima organizacional pode ser medido, também, através da percepção e alguns “sintomas”: quando o clima é bom, existe alegria no ambiente de trabalho, aplicação e surgimento de idéias novas, os funcionários se sentem confiáveis, engajados, e predominam atitudes positivas; já quando o clima é ruim, existe tensão, rivalidades, desinteresse, erros constantes, desobediência às ordens, falta de comunicação, alto índice de absenteísmo, greves, desperdício de materiais e turnover alto (rotatividade de funcionários).
É preciso estar atento, a sua empresa, nesse mundo competitivo, no Brasil que passa por uma instabilidade financeira grande. Empresas que sobrevivem são aquelas a qual sabe valorizar seus funcionários.

E como anda o clima organizacional da sua empresa?



Fontes: Unopar (pós Graduação)

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Ano Novo

"No ano passado...
Já repararam como é bom dizer "o ano passado"? É como quem já tivesse atravessado um rio, deixando tudo na outra margem...Tudo sim, tudo mesmo! Porque, embora nesse "tudo" se incluam algumas ilusões, a alma está leve, livre, numa extraodinária sensação de alívio, como só se poderiam sentir as almas desencarnadas. Mas no ano passado, como eu ia dizendo, ou mais precisamente, no último dia do ano passado deparei com um despacho da Associeted Press em que, depois de anunciado como se comemoraria nos diversos países da Europa a chegada do Ano Novo, informava-se o seguinte, que bem merece um parágrafo à parte:

"Na Itália, quando soarem os sinos à meia-noite, todo mundo atirará pelas janelas as panelas velhas e os vasos rachados".

Ótimo! O meu ímpeto, modesto mas sincero, foi atirar-me eu próprio pela janela, tendo apenas no bolso, à guisa de explicação para as autoridades, um recorte do referido despacho. Mas seria levar muito longe uma simples metáfora, aliás praticamente irrealizável, porque resido num andar térreo. E, por outro lado, metáforas a gente não faz para a Polícia, que só quer saber de coisas concretas. Metáforas são para aproveitar em versos...

Atirei-me, pois, metaforicamente, pela janela do tricentésimo-sexagésimo-quinto andar do ano passado.
Morri? Não. Ressuscitei. Que isto da passagem de um ano para outro é um corriqueiro fenômeno de morte e ressurreição - morte do ano velho e sua ressurreição como ano novo, morte da nossa vida velha para uma vida nova."

                                                                                            Mario Quintana






Ano novo, coisas novas



Esse inicio de ano foi bem conturbado aqui na empresa. Muitas demissões ( justas, injustas) só o tempo e as finanças e o clima organizacional vão dizer. Muitas mudanças nos acompanharam até aqui. Trabalhávamos no mesmo setor, e por obra de alguém fomos enviadas cada uma a uma unidade diferente da empresa.
Sabe aquela história de time que está bom não se mexe, acredito que esse bordão não se aplica aqui. Estou meio que de camarote vendo uma empresa que tem tudo para crescer, dando meia volta e caindo no ridículo da baixa estima.
Que triste perceber funcionários frustrados e desorientados, ainda mais em um país atravessando uma crise econômica como o Brasil.
Afirmo que estou de camarote porque esta mesma empresa não nos permite crescer profissionalmente, não investe em nossos talentos, e quanta gente boa tem aqui...
Fazendo um balanço neste mês de janeiro percebi que tenho que me aprimorar muito mais intelectualmente e financeiramente também. O questionamento é? Vale a pena investir num barco que está afundando e o capitão quer afundar sem fazer os reparos necessários?
Vejo que é hora de repensar os rumos da carreira profissional. Afinal o país está em crise, isso não quer dizer que eu também deva ficar.
O que fazer então? Investir em si mesma, no aprendizado e nos bons networks.
Acomodar jamais! Reinventar-se sempre!

E você como começou seu 2016?

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Para repensar o Natal com as crianças

"Sejam gentis uns com os outros na sua casa. Sejam gentis com as pessoas. Eu acho que é melhor você errar na bondade do que fazer milagres com falta de bondade. Muitas vezes, uma só palavra, um olhar, um gesto rápido, e as trevas enchem o coração da pessoa que amamos." Madre Tereza de Calcutá



quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Hora de pensar: WhatsApp bloqueado no Brasil


A Justiça brasileira, a mesma que não consegue bloquear os celulares nos presídios, emitiu a inacreditável ordem de bloquear durante 48 horas, em todo o país, um aplicativo de mensagens instantâneas utilizado por milhões de pessoas não apenas por hobby, mas também para trabalho. De motoristas de caminhão a vendedores, de prestadores de suporte técnico a vigilantes e seguranças, milhões de profissionais terão a sua rotina de trabalho obstaculizada durante dois dias por motivos desconhecidos. Afinal, a “explicação” da medida, que explica de pouco a nada, se limitou a citar “razões de segurança” e “segredo de Justiça” e nada mais.
É verdade que o WhatsApp não chega a ser imprescindível: embora ele tenha facilitado e barateado imensamente a comunicação pessoal e profissional, peitando abusos e desmandos das operadoras de telefonia, é possível sobreviver à sua ausência temporária sem grandes traumas.
Acontece que não é esta a questão central.
A questão central é até que ponto a decisão de uma única juíza pode afetar sem mais nem menos o cotidiano de toda a população de um país, sem que sejam dadas explicações e sem que isto seja visto como absolutamente anormal dentro de uma ordem jurídica respeitosa dos direitos civis.
Não são incomuns os casos de juízes que decretam sua própria vontade arbitrariamente, como aquele que deu voz de prisão a uma atendente da TAM que o impedira de embarcar por ter chegado atrasado ao check-in; como aquele outro que deu voz de prisão por “desacato” a uma agente de trânsito que o flagrou dirigindo sem carteira de motorista e num veículo sem placas; como aquele terceiro que saiu dirigindo tranquilamente um carro de luxo apreendido de um empresário no Rio de Janeiro. Não deixa de ser mais uma oportunidade para nos questionarmos se não há, mesmo, nada de profundamente errado e absurdo nesse quadro.
No caso do bloqueio do WhatsApp, ainda que haja de fato motivos válidos, a forma de fazê-lo terá sido a mais coerente com um suposto Estado de direito? Se uma concessionária de energia elétrica precisasse sofrer intervenção judicial, por exemplo, será que a medida mais sensata seria decretar que o país ficasse sem luz durante 48 horas? Realmente não haveria nenhuma outra medida a ser tomada que não prejudicasse os direitos civis?
Como quer que seja, o bloqueio do aplicativo pode ser uma oportunidade preciosa para uma série de reflexões por parte dos brasileiros – em vez de apenas mais uma deixa para despejar memes engraçadinhos internet afora (memes que, aliás, são um sintoma de que talvez levemos um pouco demais na brincadeira os absurdos em que fomos domesticados para sobreviver).
Além do necessário questionamento sobre o nível real da nossa democracia, uma reflexão ainda mais básica é bem-vinda agora que estamos impedidos de gastar horas e horas com os olhos e dedos grudados num tela sensível ao toque:
“Quem são esses estranhos que estão aqui ao meu lado, em carne e osso, dentro da minha própria casa?”

Acessado<http://pt.aleteia.org/2015/12/17/whatsapp-bloqueado-no-brasil-e-hora-de-nos-fazermos-duas-ou-tres-perguntas-urgentes/> as 15:57 do dia 17/12/2015.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

CUIDADO COM OS ASSALTOS E FURTOS DE FINAL DE ANO!!!



O ano está acabando, faltam poucos dias para o natal e o réveillon. Para muita gente os preparativos para os eventos de fim de ano já começaram. Neste período do ano o que cresce também é o índice de roubos e furtos. Por isso, a população deve redobrar o cuidado com a segurança.
Os criminosos costumam agir durante a movimentação intensa nos centros comerciais. Roubo de bolsas, carteiras e assaltos nas portas dos bancos são comuns nesta época do ano.
O delegado geral adjunto da Polícia Civil do Amazonas, Mário Aufiero, fala sobre os cuidados que a população deve ter durante as compras.  
“As pessoas precisam tomar alguns cuidados, como evitar andar com bolsas grandes, mochilas, joias, equipamentos eletrônicos a mostra, carteiras na mão ou no bolso. As mulheres precisam ter ainda mais cautela, principalmente evitando levar crianças pequenas, pois a atenção é dividida entre a criança, as compras e a bolsa”
Saída de bancos
O cuidado também é necessário na saída das agências bancárias, pois muitos assaltantes se passam por clientes e observam a movimentação financeira de dentro dos bancos. Eles observam as pessoas que fazem saques e repassam para o bando que se encontra do lado de fora as informações sobre a vítima.
Outra dica do delegado é para o comerciante. Segundo ele, o empresário que possui a sua loja em um local pouco movimentado deve evitar deixar o estabelecimento aberto após o horário de fechamento das lojas vizinhas.
O monitoramento de segurança feito por como câmeras é indicado. A imagem já não inibe a ação dos ladrões, mas ajuda a polícia a identificar e consequentemente, a prender os envolvidos no assalto.
Registro de ocorrências
Aufiero também destacou a importância dos registros e denúncias sobre assaltos à polícia. “As pessoas que forem vítimas têm que registrar as ocorrências, para que nós possamos fazer um estudo sobre as áreas de maior incidência e demande o policiamento e investigações necessárias para reprimir a criminalidade naquele local”, disse.
Além de registrar o Boletim de Ocorrência (B.O), as pessoas que testemunharem um assalto ou uma informação sobre um crime podem denunciar através do telefone 181 e a sua identidade será preservada. É importante observar as características físicas dos assaltantes, que possam ajudar a polícia a identificá-los; observar se próximo do local existem câmera de monitoramento interno nas lojas, bares, bancos ou uma câmera do Centro Integrado de Operações de Segurança (CIOPS), que possam ter filmado a ação dos bandidos.
Viagem de férias
Durante o fim do ano também é comum pessoas saírem em viagem de férias. Antes de viajar é fundamental que avisem os vizinhos e parentes mais próximos sobre o período que a casa irá ficar sozinha.
Outra dica do delegado é não deixar a chave do local com empregadas ou funcionários, pois os maiores registros de assaltos a residências neste período são decorrentes de pessoas próximas ou funcionários que se tornam informantes de quadrilhas especializadas nestes crimes. O uso de monitoramento interno e circuito fechado de segurança podem ajudar e evitar que sua família seja mais uma vítima.
Ainda neste mês, será lançada uma cartilha de informações e dicas de segurança para a população, tanto na mídia televisiva e impressa, por parte da Polícia Civil.